sábado, 3 de outubro de 2015

Quatorze Esquinas











Fotos: Tutis.











Quatorze Esquinas 

Além Paraíba que nela se habita:
Milhares e milhares de famílias.
Por entre casas, pensões, quartos ou orfanato.
Um maluco doido, um mendigo só nos trapos,
Com pedras, canivete, dor e sofrimento.
Uma avó ou avô, senhores ou senhoras,
Com amor, mãos, carrinho e acolhimento 

Entre as suas quatorze esquinas:
Aquela com a rua do Serro,
Em frente a padaria.
Sempre teve e terá rodas de bons amigos.
Claro que se somente se o mundo,
Se permanecer bem de pé e vivo.

No seu cruzamento com Adalberto Ferraz,
A Nossa Senhora da Conceição, Imaculada:
— Vogais por nós, seja na subida,
Ou na nossa ida para a cidade.
E perdoais os nossos pecados antes da nossa partida.
Nos livrar dos maus escondidos.

Nela já tivemos o caso, pode acredita,
Que não é mentira minha,
Já saiu até no jornal local.
O caso do menino esperto e ligeiro,
Que de frente para o perigo,
Louco e perdido, quando viu o Campo Belo.
Descendo a pirambeira desenfreado e sem controle,
Se abaixou para o ônibus passar e sair ileso.
E assim nasceu a lenda que não foi para o cemitério.

Jequeri rua Jaboti, já teve família Aniceto.
Que morou bem por ali, esquina com Itapecerica.
Cristóvão, Merecis, primos brilhantes!
Linda tia-avó Naná que trouxe a sua gente, 
Imigrantes da cidade de Piranga.

Meus amigos da banda de Pompeu,
Dos familiares da “Stockler”.
Que sempre coloriram as ruas,
Seja na época da copa, ou das olimpíadas.
Os fios estavam sempre cheios de pipas, ou bandeirinhas.
E muita cantoria e alegria no bar do Boi, ou do Chico. 
Sempre se ouvia o famoso “aumente o volume,
É, o “sai da frente que é galo doido”.
Enquanto isso, o menino Melgaço ilustrava as paisagens,
Com seus traços límpidos e animados.

Vida, vida, pode ser de noite ou de dia,
Quem nunca teve em um instante se quer:
Preguiça de ir além da paraíba.
De subir o morro e descer buraco;
De encontra no topo a Flôr de Lys;
E bem lá em baixo, o brejo dos sapos. 

Autor:
Mauro Henrique Soares Aniceto 
(Minha Face Seu Retrato)
Visite meu site e conheça melhor os meus trabalhos.
Contatos:
Site : https://www.facebook.com/minhafaceseuretro ;
E-mail: henriqueaniceto@yahoo.com.br ;
O tempo é curto para tantas distrações, ou são muitas
distrações para pouco tempo?‪#‎minhafaceseuretrato‬
Como disse Albert Einstein, “Viver é como andar de bicicleta. Para manter o equilíbrio é preciso continuar se movendo.”.



domingo, 13 de setembro de 2015

Minha Face Seu Retrato




Minha Face Seu Retrato
ATENÇÃO, ATENÇÃO!
Venho humildemente,
Pedir a sua colaboração.
Sou pessoa como qualquer,
Cidadão!
Tenho sonhos, tenho ambições,
Quero exercer o meu papel de poeta,
Trabalhar como um garçom:
Servindo gentilezas;
Servindo a você;
Como bobo da corte,
Trazendo esperança
Para os olhos das nossas crianças.

Gentilmente,
Eu lhe peço uma colaboração,
Mas ainda não é para o pão.
É para a minha publicação.
Como já disse:
Tenho sonhos, tenho ambições,
Quero exercer meu papel de filósofo
E aprender com essa nação;
Servindo gentilezas;
Pela minha educação.
Mas o que eu realmente,
Lhe peço:
É que se gostou da minha ideia.
Curtir e compartilhe!
Com outros corações,
Das nossas faces e nossos retratos.
Autor:
Mauro Henrique Soares Aniceto
(Minha Face Seu Retrato)
Visite meu site e conheça melhor os meus trabalhos.
Contatos:
Site:https://www.facebook.com/minhafaceseuretro  ;
E-mail: henriqueaniceto@yahoo.com.br ;
O tempo é curto para tantas distrações, ou são muitas
distrações para pouco tempo?‪#‎minhafaceseuretrato‬
Como disse Albert Einstein, “Viver é como andar de bicicleta. Para manter o equilíbrio é preciso continuar se movendo.”.

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Anáfora




              Foto:tuzu

Anáfora

Absoluto pasmo que devora alma,
será que há razão da tua existência?
O fruto que alimenta teu princípio,
nasce no orvalho dentro desse peito.

Adágio indagado aos cônjuges,
uma sentença julgada pelo delírio.
Uma buscar da concórdia perante
O terror, nesse tipo único de tumor.

Lastimável dito rogado aos enamorados,
querer que devora todos os amantes,
correnteza do ignóbil valor da vida,
Da cronologia derradeira dos amantes.

Lapso de surpreender a identidade,
um mais que cara a cara.
De onde vem tua incrível malvadeza,
fazendo essa anáfora dessa maneira?


Autor:
Mauro Henrique Soares Aniceto 
(Minha Face Seu Retrato)