domingo, 13 de setembro de 2015

Minha Face Seu Retrato




Minha Face Seu Retrato
ATENÇÃO, ATENÇÃO!
Venho humildemente,
Pedir a sua colaboração.
Sou pessoa como qualquer,
Cidadão!
Tenho sonhos, tenho ambições,
Quero exercer o meu papel de poeta,
Trabalhar como um garçom:
Servindo gentilezas;
Servindo a você;
Como bobo da corte,
Trazendo esperança
Para os olhos das nossas crianças.

Gentilmente,
Eu lhe peço uma colaboração,
Mas ainda não é para o pão.
É para a minha publicação.
Como já disse:
Tenho sonhos, tenho ambições,
Quero exercer meu papel de filósofo
E aprender com essa nação;
Servindo gentilezas;
Pela minha educação.
Mas o que eu realmente,
Lhe peço:
É que se gostou da minha ideia.
Curtir e compartilhe!
Com outros corações,
Das nossas faces e nossos retratos.
Autor:
Mauro Henrique Soares Aniceto
(Minha Face Seu Retrato)
Visite meu site e conheça melhor os meus trabalhos.
Contatos:
Site:https://www.facebook.com/minhafaceseuretro  ;
E-mail: henriqueaniceto@yahoo.com.br ;
O tempo é curto para tantas distrações, ou são muitas
distrações para pouco tempo?‪#‎minhafaceseuretrato‬
Como disse Albert Einstein, “Viver é como andar de bicicleta. Para manter o equilíbrio é preciso continuar se movendo.”.

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Anáfora




              Foto:tuzu

Anáfora

Absoluto pasmo que devora alma,
será que há razão da tua existência?
O fruto que alimenta teu princípio,
nasce no orvalho dentro desse peito.

Adágio indagado aos cônjuges,
uma sentença julgada pelo delírio.
Uma buscar da concórdia perante
O terror, nesse tipo único de tumor.

Lastimável dito rogado aos enamorados,
querer que devora todos os amantes,
correnteza do ignóbil valor da vida,
Da cronologia derradeira dos amantes.

Lapso de surpreender a identidade,
um mais que cara a cara.
De onde vem tua incrível malvadeza,
fazendo essa anáfora dessa maneira?


Autor:
Mauro Henrique Soares Aniceto 
(Minha Face Seu Retrato)

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Sede Humana








 
Sede Humana

Julgais que será julgado,
Negaste que será negado,
Amaldiçoaste que será amaldiçoado,
Amais que será amado,
As ações são elípticas
E não linear como pensamos.

O vale das sombras
É o nosso próprio pensamento
Que desenhas esses muros
Do lendário labirinto.

Não julgais sendo como certo ou errado,
Não interessa um dia o juiz será condenado.
A culpa é de todos aqui, ninguém se livrara.
A morte é a única certeza da vida.

O Sol já saiu por de traz da neblina
Mas estamos aqui com medo do frio
Enquanto isso a chaleira apita
Não é só mais um dia
Pode ser o ultimo dessa vida.

É a morte que está
Chegando de mansinha,
E não usará camisinha,
E nem brincará de casinha,
E não será boazinha.

Amais que será amado,
O amor pode não ser
A chave para sair
Desse tortuoso momento gargalhado.
Mas é um alento para a mente
Controla essa sede amargurada,
E não rasgue mais a carne humana.
Não chore por essa esmola
Pois no fim, navegaremos todos,
Nessa mesma barcarola enjaulada.

Mauro Henrique S.A