segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Sopro









Sopro
Vento que persegue os loucos
Aos poucos ultrapassar
além da porta.

Vai além da aurora
envolve-se na mágica.
Cobrindo de magia,
todo o ciclo da vida.

Vento que traz a chuva,
esconde o sol atrás das nuvens,
envolve-se na poeira do dia,
esconde o segredo da vida.
Mauro Henrique Soares Aniceto

O tempo é curto para tantas distrações, ou são muitas
distrações para pouco tempo?#minhafaceseuretrato
Como disse Albert Einstein, “Viver é como andar de bicicleta. Para manter o equilíbrio
é preciso continuar se movendo.”
.




Me desculpe pelos erros gramaticais e de português, estou aprendo a escrever!
Obrigado e desejo que a razão sempre seja o guia da sua fé!
Visite meu site e conheça melhor os meus trabalhos.
Contatos:

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Memorias Mortas





Memorias Mortas de Pessoas Vivas !
Lá estão elas, fluindo como sombras próprias,
sempre tão autênticas que até se esquecerão quem são.
São almas mortas, mentes sem lógicas,
só o fervor de uma chama na estrada da vida.
Hoje me lembro, amanhã não mais,
o ontem foi apenas um momento do presente de um agora.
Enquanto eu, sou aquilo que as pessoas veem,
pois faço parte das nossas memorias mortas.
Memorias mortas de pessoas vivas,
Arquivadas no momento do esquecimentos.
Assim estamos marcados no tempo,
vivendo memorias que já nascem mortas.

22/02/2012

Autor:
Mauro Henrique Soares Aniceto
(Minha Face Seu Retrato)

O tempo pode apagar a lembrança de um corpo ou de um rosto, mas nunca os das pessoas como você que souberam fazer de um pequeno instante, um grande momento!”
Visite meu site e conheça melhor os meus trabalhos.
Contatos:

O tempo é curto para tantas distrações, ou são muitas
distrações para pouco tempo?#minhafaceseuretrato
Como disse Albert Einstein, “Viver é como andar de bicicleta. Para manter o equilíbrio
é preciso continuar se movendo.”.

Me desculpe pelos erros gramaticais e de português, estou aprendo a escrever!
Obrigado e desejo que a razão sempre seja o guia da sua fé!

domingo, 30 de outubro de 2011

A terra não é da flor.










A terra não é da flor.
Não falarei só de amor,
Nem muito menos da dor.
Quero sentir-me livre,
E a minha liberdade,
É faço sem arbitrariedade.

Minha pátria,
Essa não é minha.
A flor não é da terra
que em seu corpo enraízam.

Assim cultivo os campos,
Sem amor e sem dor,
Pois a minha liberdade,
É assim sem pátria alguma.

Sem pátria, sem rancor,
Digo não para a cor,
Dessa bandeira suja,
Sem amor e sem dor.
Digo sim para todas
As biodiversidades do amor.

Autor:
Mauro Henrique Soares Aniceto 
 27/10/2011