quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Anáfora




              Foto:tuzu

Anáfora

Absoluto pasmo que devora alma,
será que há razão da tua existência?
O fruto que alimenta teu princípio,
nasce no orvalho dentro desse peito.

Adágio indagado aos cônjuges,
uma sentença julgada pelo delírio.
Uma buscar da concórdia perante
O terror, nesse tipo único de tumor.

Lastimável dito rogado aos enamorados,
querer que devora todos os amantes,
correnteza do ignóbil valor da vida,
Da cronologia derradeira dos amantes.

Lapso de surpreender a identidade,
um mais que cara a cara.
De onde vem tua incrível malvadeza,
fazendo essa anáfora dessa maneira?


Autor:
Mauro Henrique Soares Aniceto 
(Minha Face Seu Retrato)

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